Jornalista do Estadão assume que motivação é arruinar governo Bolsonaro

Uma denúncia feita pelo jornalista Francês Jawad Rhalib caiu como uma bomba em cima da grande mídia brasileira. Rhalib revelou áudios atribuídos à jornalista brasileira Constança Rezende, que escreve para o jornal Estadão, em que é afirmado que a única motivação no caso que envolve Flávio Bolsonaro e seu ex-assessor Fabrício Queiroz, é o desgaste do Governo Bolsonaro.

Seguem abaixo os diálogos entre Jawad e Constança: Constança Rezende declara claramente que só escreveu sobre o caso de Flavio Bolsonaro para arruinar o presidente Jair Bolsonaro: Rezende: E nós estamos, estamos fazendo apenas isso, acho que minha vida está destruída, porque

Entrevistador: Hmm, sério? Rezende: Eu só faço isso [..] esse caso que pode comprometer…está arruinando Bolsonaro. Rezende teme que a investigação sobre Flávio Bolsonaro nunca se materializem, porque neste caso não haveria “processo de impeachment do presidente Jair Bolsonaro. Rezende: Eu acho que minha maior preocupação é que isso nunca aconteça novamente, sobre essa investigação. É uma grande frustração. Entrevistador: Uau. Rezende: Para mim. Entrevistador: Sim, tenho certeza. Rezende: Porque eu acho que é um caso de impeachment. O COAF divulgou documentos ilegais à Constança Rezende Rezende descreve como documentos não públicos sobre Flávio Bolsonaro foram divulgados a ela pelo COAF: Entrevistador: Pode-se dizer que é como algo financeiro? É como se fosse uma organização do governo ou como uma organização privada. Rezende: organização governamental, organização governamental. Entrevistador: Posso perguntar como se chama?

Rezende: O nome é COAF. Entrevistador: CO? Rezende: COAF, é C-O-A-F Entrevistador: COAF? Rezende: COAF. Entrevistador: Ok. Rezende: Sim. Entrevistador: Você falou com eles? Ou pediu documentos a eles, ou você fala com pessoas que trabalham lá? Ou isso é público? Rezende: Sim, eu tenho esses documentos. Palestrante: São documentos seus? De onde eles vêm? Rezende: Não. Não é público, mas temos jornalistas aqui para receber de fontes. Entrevistador: Oh, uau. Rezende: Estes, esses documentos, então eu tenho … Rezende garante que os documentos são autênticos e oficiais.

Entrevistador: Então, você sabe que o material que você está obtendo é verdadeiro? Porque conhece a pessoa com quem você está conversando. Rezende: É real, é real. Entrevistador: Ele é real? Não, eu não estou questionando. Rezende: Eles não escreviam sobre isso ou investigaram isso até depois da eleição e depois disso eles começaram a investigação [..] Mas só depois da eleição. Somente depois escrevemos sobre isso porque o caso foi interrompido, eles não fizeram nada com esses documentos. Eles começaram a fazer só agora”.. Jawad usou seu artigo para denunciar o modo como a imprensa brasileira age, sem se importar com as consequências. Disse ele: “Esta jornalista do Estadão se chama Constança Rezende, a primeira jornalista a publicar artigos sobre Flavio Bolsonaro, filho de Jair Bolsonaro. Nós cavamos e, felizmente a repórter concordou em conceder uma entrevista por telefone que gravamos para compreender suas motivações. Ao final, saímos com um registro que mostra uma imagem catastrófica dos meios de comunicação locais e instituições governamentais.

Em dezembro 2018, Flavio Bolsonaro – então deputado estadual do Rio de Janeiro, senador Federal e filho do presidente Jair Bolsonaro – estava no centro de vários artigos controversos na mídia brasileira. De acordo com a cobertura inicial, a COAF do Brasil publicou um relatório detalhando pagamentos questionáveis ​​de 1,2 milhões de reais pagos entre 2016 e 2017 para Fabricio Queiroz, motorista Flavio Bolsonaro. Muito rapidamente, os relatos da mídia foram seguidos de uma investigação contra Flavio Bolsonaro”. O jornal Washington Times também denunciou a prática criminosa de tentar queimar a reputação do presidente Bolsonaro: “Não foi nenhuma surpresa quando uma fonte me mostrou evidência de que um documento vazado após a eleição de Jair Bolsonaro à presidência (a meta era antes de sua posse) com o objetivo de iniciar uma investigação, foram possivelmente parte de um esquema elaborado pela esquerda para derrubar um presidente conservador. Muito parecido com o que está acontecendo nos Estados Unidos contra o presidente Trump” relata L. Todd Wood.

Wood ainda segue explicando como a grande mídia se moldou no mesmo tom, para que ocorresse uma enxurrada de acusações em horário nobre e em capas de revistas: “Veja como isso se desenrolou. Jair Bolsonaro, o Donald Trump brasileiro, concorre à presidência promovendo uma plataforma anticorrupção. A elite esquerdista no poder não gostou nada disso. Eles gostavam de seu controle sobre o governo e suas instituições. Eles tentaram matar Ronald Reagan. Bolsonaro foi esfaqueado no estômago em setembro do ano passado durante um comício e levado às pressas para o hospital. Depois que ele ganhou a eleição, a ameaça de um líder populista na nação latino-americana se tornou muito real. Pessoas foram ameaçadas; sua vida foi colocada em risco. Isso soa familiar? Documentos vazaram para a mídia vindos do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF), destacando as preocupações com os pagamentos ao motorista de Flávio Bolsonaro, um ano antes. O momento da divulgação das denúncias foi suspeito. Por que entregar os documentos aos jornalistas antes da posse? Apenas um ano depois eles foram escritos? Poderia ser um último truque para evitar que Bolsonaro chegasse ao poder?”

Info: Republica de Curitiba

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