Flávio Bolsonaro demite assessora que repassou verba pública ao marido

A jornalista Elisangela Machado dos Santos Freitas, que destinou mais da metade dos recursos que recebeu do fundo eleitoral em 2018 ao próprio marido, foi exonerada do gabinete do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), onde estava empregada desde o início de março. assim registra DANIEL CARVALHO – BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS).

A exoneração do cargo de auxiliar parlamentar foi publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira (26). A assessoria de imprensa de Flávio foi procurada, mas ainda não explicou o motivo da demissão.

A Folha de S.Paulo revelou em 11 de março que Elisangela, que disputou uma vaga na Câmara dos Deputados como Elisa Robson (PRP-DF) no ano passado e não se elegeu, havia repassado 59% do fundo eleitoral ao marido, o engenheiro Ronaldo Robson de Freitas.

Ela é administradora do perfil República de Curitiba, página simpática ao presidente Jair Bolsonaro (PSL), pai de Flávio.

Segundo dados do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Elisa, que se apresentava nas redes como “a federal do Bolsonaro no DF”, recebeu R$ 25 mil do fundo criado para financiar campanhas políticas e sua maior despesa, R$ 14,9 mil (59% do total), foi com o marido. A candidata obteve 11.638 votos (0,81% dos votos válidos).

Pela declaração que consta na Justiça Eleitoral, o analista da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) recebeu R$ 10 mil para “serviços de coordenação de campanha eleitoral”, R$ 4.000 para “locação de equipamento para gravação de vídeo” e outros R$ 900 para “serviço de divulgação de campanha”.

O contrato de R$ 10,9 mil, firmado entre Elisa e Ronaldo em 26 de agosto do ano passado, indica que ele ficaria responsável “pela gestão de pessoas e de material de campanha, bem como monitoramento da divulgação do nome da candidata em ambiente virtual” de 16 de agosto a 7 de outubro.

Com data de 9 de setembro, Ronaldo emitiu um recibo de R$ 900 pelo trabalho de “monitoramento das redes sociais”. Em 5 de outubro, foi assinado um outro recibo, de R$ 10 mil, por “coordenação de campanha”.

Os dois serviços, segundo os recibos, foram concluídos dois dias antes da data estipulada no contrato, no dia 5 de outubro. Também no dia 9 de setembro, Ronaldo assinou documento em que diz ter recebido R$ 4.000 pela “locação de equipamentos para gravação de vídeos”.

Ronaldo é engenheiro mecânico com mestrado em ética e gestão, segundo seu perfil na página da Embrapa, onde trabalha desde 2007. É analista na área de patrimônio e suprimentos da Secretaria-Geral.

De acordo com a Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, durante a campanha eleitoral, Ronaldo gozou de duas licenças médicas.

A Procuradoria Regional Eleitoral no Distrito Federal se manifestou pela desaprovação das contas de Elisa e pediu para que fosse determinada pela Justiça a devolução aos cofres públicos de R$ 1.520, que ela havia doado ao candidato a deputado estadual Edmilson Serafim Bezerra (PSL-GO), argumentando que a transação se reverteu em favor de sua própria campanha.

A exoneração do cargo de auxiliar parlamentar foi publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira (26). A assessoria de imprensa de Flávio foi procurada, mas ainda não explicou o motivo da demissão.

A Folha de S.Paulo revelou em 11 de março que Elisangela, que disputou uma vaga na Câmara dos Deputados como Elisa Robson (PRP-DF) no ano passado e não se elegeu, havia repassado 59% do fundo eleitoral ao marido, o engenheiro Ronaldo Robson de Freitas.

Ela é administradora do perfil República de Curitiba, página simpática ao presidente Jair Bolsonaro (PSL), pai de Flávio.

Segundo dados do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Elisa, que se apresentava nas redes como “a federal do Bolsonaro no DF”, recebeu R$ 25 mil do fundo criado para financiar campanhas políticas e sua maior despesa, R$ 14,9 mil (59% do total), foi com o marido. A candidata obteve 11.638 votos (0,81% dos votos válidos).

Pela declaração que consta na Justiça Eleitoral, o analista da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) recebeu R$ 10 mil para “serviços de coordenação de campanha eleitoral”, R$ 4.000 para “locação de equipamento para gravação de vídeo” e outros R$ 900 para “serviço de divulgação de campanha”.

O contrato de R$ 10,9 mil, firmado entre Elisa e Ronaldo em 26 de agosto do ano passado, indica que ele ficaria responsável “pela gestão de pessoas e de material de campanha, bem como monitoramento da divulgação do nome da candidata em ambiente virtual” de 16 de agosto a 7 de outubro.

Com data de 9 de setembro, Ronaldo emitiu um recibo de R$ 900 pelo trabalho de “monitoramento das redes sociais”. Em 5 de outubro, foi assinado um outro recibo, de R$ 10 mil, por “coordenação de campanha”.

Os dois serviços, segundo os recibos, foram concluídos dois dias antes da data estipulada no contrato, no dia 5 de outubro. Também no dia 9 de setembro, Ronaldo assinou documento em que diz ter recebido R$ 4.000 pela “locação de equipamentos para gravação de vídeos”.

Ronaldo é engenheiro mecânico com mestrado em ética e gestão, segundo seu perfil na página da Embrapa, onde trabalha desde 2007. É analista na área de patrimônio e suprimentos da Secretaria-Geral.

De acordo com a Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, durante a campanha eleitoral, Ronaldo gozou de duas licenças médicas.

A Procuradoria Regional Eleitoral no Distrito Federal se manifestou pela desaprovação das contas de Elisa e pediu para que fosse determinada pela Justiça a devolução aos cofres públicos de R$ 1.520, que ela havia doado ao candidato a deputado estadual Edmilson Serafim Bezerra (PSL-GO), argumentando que a transação se reverteu em favor de sua própria campanha.

A exoneração do cargo de auxiliar parlamentar foi publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira (26). A assessoria de imprensa de Flávio foi procurada, mas ainda não explicou o motivo da demissão.

A Folha de S.Paulo revelou em 11 de março que Elisangela, que disputou uma vaga na Câmara dos Deputados como Elisa Robson (PRP-DF) no ano passado e não se elegeu, havia repassado 59% do fundo eleitoral ao marido, o engenheiro Ronaldo Robson de Freitas.

Ela é administradora do perfil República de Curitiba, página simpática ao presidente Jair Bolsonaro (PSL), pai de Flávio.

Segundo dados do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Elisa, que se apresentava nas redes como “a federal do Bolsonaro no DF”, recebeu R$ 25 mil do fundo criado para financiar campanhas políticas e sua maior despesa, R$ 14,9 mil (59% do total), foi com o marido. A candidata obteve 11.638 votos (0,81% dos votos válidos).

Pela declaração que consta na Justiça Eleitoral, o analista da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) recebeu R$ 10 mil para “serviços de coordenação de campanha eleitoral”, R$ 4.000 para “locação de equipamento para gravação de vídeo” e outros R$ 900 para “serviço de divulgação de campanha”.

O contrato de R$ 10,9 mil, firmado entre Elisa e Ronaldo em 26 de agosto do ano passado, indica que ele ficaria responsável “pela gestão de pessoas e de material de campanha, bem como monitoramento da divulgação do nome da candidata em ambiente virtual” de 16 de agosto a 7 de outubro.

Com data de 9 de setembro, Ronaldo emitiu um recibo de R$ 900 pelo trabalho de “monitoramento das redes sociais”. Em 5 de outubro, foi assinado um outro recibo, de R$ 10 mil, por “coordenação de campanha”.

Os dois serviços, segundo os recibos, foram concluídos dois dias antes da data estipulada no contrato, no dia 5 de outubro. Também no dia 9 de setembro, Ronaldo assinou documento em que diz ter recebido R$ 4.000 pela “locação de equipamentos para gravação de vídeos”.

Ronaldo é engenheiro mecânico com mestrado em ética e gestão, segundo seu perfil na página da Embrapa, onde trabalha desde 2007. É analista na área de patrimônio e suprimentos da Secretaria-Geral.

De acordo com a Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, durante a campanha eleitoral, Ronaldo gozou de duas licenças médicas.

A Procuradoria Regional Eleitoral no Distrito Federal se manifestou pela desaprovação das contas de Elisa e pediu para que fosse determinada pela Justiça a devolução aos cofres públicos de R$ 1.520, que ela havia doado ao candidato a deputado estadual Edmilson Serafim Bezerra (PSL-GO), argumentando que a transação se reverteu em favor de sua própria campanha.

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